- Candidato a Deputado Federal · SC · NOVO
O Brasil tem dinheiro, falta gestão e sobra ladrão.
Jungles Wegher — empresário de tecnologia do Oeste catarinense. A gestão de quem faz a conta fechar e a voz de quem produz no interior.
- 01 — Quem é o Jungles
Do interior, para quem trabalha no interior
Jungles Silvio Wegher, empresário desde os 19 anos e uma liderança com uma trajetória marcada pelo empreendedorismo, inovação e impacto.
Há 22 anos em São Miguel do Oeste, Jungles já foi presidente da JCI São Miguel, vice-presidente da JCI Brasil, presidente do Centro de Inovação e Tecnologia do Extremo Oeste de Santa Catarina e vice-presidente executivo da Câmara de Comércio Brasil-Portugal em SC. Também recebeu o título de Embaixador da Paz pelo Estado de Israel e foi vencedor do Prêmio TOYP, na categoria Ciência, Inovação e Tecnologia.
“Tratar política pública como gestão: assinar folha, cumprir prazo e prestar contas.”
A PAUTA DE QUEM PRODUZ
Empreendedor desde os 19 — de quem faz o negócio acontecer.
Votação na cidade-base na primeira disputa para deputado federal.
Tech
Empreendedor desde os 19 — de quem faz o negócio acontecer.
CITEOSC
Liderança no conselho de desenvolvimento do Oeste catarinense.
BR·PT
Câmara de Comércio Brasil-Portugal em SC — ponte com a Europa.
BNI
Liderança na maior rede de negócios do mundo, capítulo do Oeste.
- 01 — Princípios
Toda proposta nasce de um princípio
Não é o partido encaixado à força na pauta, é a pauta que brota do princípio. São os seis valores do NOVO que dão coerência ao que defendo.
P1
Liberdade com responsabilidade
Liberdade econômica e responsabilidade fiscal andam juntas: nada de alívio irresponsável, nada de mais Estado em nome da prudência.
P2
Todos são iguais perante a Lei
Anti-privilégio e isonomia: a lei e o dinheiro público valem igual para todos. É o eixo moral da candidatura.
P3
O indivíduo é o agente de mudanças
Quem muda o país é o cidadão capacitado e o empreendedor — não o Estado assistencialista.
P4
Visão de longo prazo
Reforma estrutural e investimento que rende em décadas, no lugar do populismo de ciclo eleitoral.
P5
Livre mercado
Menos intervenção, mais concorrência — mas com regra igual para todos.
P6
O indivíduo é o gerador de riqueza
Quem produz gera a riqueza; o Estado apenas administra. É a biografia de quem construiu uma empresa no interior.
- 02 — As propostas
O plano, em 10 pautas
Cada pauta é de competência federal — o que um deputado de fato entrega: legislar, orçar, fiscalizar e votar. Comece pela pauta-base: tecnologia no interior que produz.
- Pauta-base • 1
Levar a tecnologia para o interior que produz
O interior forma o talento e a capital colhe o emprego. Os incentivos federais à inovação quase não chegam aqui — a Lei do Bem, por exemplo, não alcança as startups do interior. Meu projeto cria as condições para a inovação acontecer aqui.
- Zonas Especiais de Inovação: imposto federal decrescente até zero para a empresa de base tecnológica do interior.
- Conectividade e formação para segurar o jovem qualificado na região.
- Um projeto de lei já escrito e pronto para protocolar.
“O Oeste sabe produzir comida. Também pode produzir tecnologia — e manter o filho aqui.”
02 BR-282 DUPLICADA, SEM PEDÁGIO ANTES DA OBRA Não me cobre duas vezes: o imposto do combustível já paga a estrada.
O problema
A BR-282 segue estrangulada em pista simples no Oeste — e, em vez da duplicação, o que chega primeiro é a conta: um pedágio previsto de cerca de R$ 0,18 por quilômetro, antes da obra. Quem produz aqui já paga o imposto do combustível, que por lei existe para custear estrada.
O que eu faço
- Votar contra pedágio cobrado antes de a pista dupla ser entregue.
- Fiscalizar o edital, o DNIT e a ANTT — e cobrar que a CIDE vire asfalto.
- Defender a duplicação com o recurso que já existe, sem tributo novo disfarçado de pedágio.
“Primeiro a obra — e a obra que já foi paga no imposto. Pedágio por cima é cobrança em dobro para escoar o que o Oeste produz.”
Princípio P2 · Isonomia
03 SISBI/SIF: O SELO FEDERAL É PASSAPORTE O pequeno já produz com qualidade - falta o Estado parar de atrapalhar.
O problema
A pequena agroindústria do Oeste produz com qualidade, mas a burocracia da inspeção sanitária federal a impede de vender para outro estado ou exportar. É um gargalo de Estado, não de mercado.
O que eu faço
- Acelerar e simplificar a adesão ao SISBI e a habilitação para exportar (SIF).
- Defender um marco sanitário proporcional ao porte: menos papel, mesma segurança.
“Selo federal é passaporte. Quem já faz bem feito não pode ficar preso na fronteira do próprio estado.”
Princípio P5 · Livre mercado
04 ESTIAGEM E AGROENERGIA Contra a seca não se promete chuva nem esmola: se dá gestão de risco.
O problema
A estiagem castiga o campo ano após ano, e os dejetos da suinocultura viram passivo ambiental em vez de energia e renda.
O que eu faço
- Fortalecer o seguro rural como ferramenta de gestão de risco — com o produtor participando, não como bolsa.
- Destravar o marco do biogás e do biometano, transformando dejeto em ativo energético — por regra, não por subsídio.
“Transformar o custo ambiental da suinocultura em energia e renda é gestão — e é o futuro do campo.”
Princípio P4 · Longo prazo
05 CONCORRÊNCIA LEAL E ABERTURA DE MERCADOS Regra igual para a plataforma de fora e para a loja daqui.
O problema
A plataforma estrangeira e o importado predatório competem sem pagar o imposto que a indústria e o comércio do interior pagam — e ainda empregam aqui. Isso não é livre mercado, é assimetria.
O que eu faço
- Defender a isonomia nas remessas internacionais: a mesma regra tributária para todos.
- Apoiar o antidumping conforme a OMC contra a prática predatória — sem protecionismo.
“Livre mercado é regra igual para todos. Quem paga imposto e emprega aqui não pode perder para quem não paga nada.”
Princípio P5 · Livre mercado
06 DESENVOLVIMENTO DA FRONTEIRA Fronteira estruturada gera riqueza; fronteira abandonada via rota de crime.
O problema
A fronteira do Extremo Oeste é oportunidade desperdiçada e fronteira abandonada ao mesmo tempo. A ponte de Paraíso a região construiu em 1994 e esperou mais de 20 anos por Brasília. A aduana de Dionísio Cerqueira, única de SC, opera com uma fração do pessoal de que precisa.
O que eu faço
- Cobrar estrutura permanente de fronteira: aduana, Polícia Federal e Receita o ano todo.
- Colocar a BR-282 e o Extremo Oeste no mapa do corredor bioceânico.
- Combater o contrabando, que sufoca o comércio legal.
“A nossa gente construiu a ponte e esperou 20 anos por Brasília. Agora é a vez de o Estado fazer a parte dele.”
Princípio P6 · Gerador de riqueza
07 CUSTO BRASIL E REFORMA TRIBUTÁRIA Desamarrar quem produz - sem furar a conta.
O problema
Quem produz é sufocado por imposto e burocracia, e os limites do Simples e do MEI estão defasados há anos. A reforma tributária está sendo escrita agora — e precisa não punir quem gera emprego.
O que eu faço
- Atuar na regulamentação da reforma (IBS/CBS) a favor de quem produz: crédito amplo, exportação desonerada, transição previsível.
- Atualizar os limites do Simples e do MEI.
- Desburocratizar as obrigações federais — sempre no tributo federal, nunca guerra fiscal.
“Liberdade com responsabilidade: menos Custo Brasil em cima de quem produz, sem furar a conta pública.”
Princípio P1 · Liberdade com responsabilidade
08 EDUCAÇÃO TÉCNICA NO INTERIOR Proponho, cobro e destravo a obra federal já paga.
O problema
Falta mão de obra técnica no interior — e obras federais dos institutos (IFC/IFSC) seguem paradas, com dinheiro já contratado.
O que eu faço
- Cobrar, com requerimento e no painel do TCU, a execução das obras federais paradas dos institutos.
- Fiscalizar o repasse federal da educação e propor a lei — sem prometer o que é competência estadual.
“Não administro escola — mas proponho a lei, cobro a obra que a União já pagou e deixou parada, e fiscalizo cada real.”
Princípio P3 · O indivíduo
09 SAÚDE: O INTERIOR NÃO PODE VALER MENOS Corrigir a tabela federal que faz o interior valer menos.
O problema
A tabela SUS congelada remunera o procedimento abaixo do custo e penaliza o interior. Hospitais que atendem dezenas de municípios recebem um repasse que cobre só parte da conta.
O que eu faço
- Propor a correção da tabela SUS — que é lei federal e injustiça nacional.
- Fiscalizar o repasse federal, para o dinheiro que já existe chegar a quem tem direito.
“Não administro hospital — corrijo a distorção federal que faz o atendimento do interior valer menos que o da capital.”
Princípio P2 · Isonomia
10 GESTÃO E ÉTICA: FALTA GESTÃO, SOBRA LADRÃO Fiscalizar cada real da emenda e cada obra parada.
O problema
O dinheiro público existe — some na má gestão, no orçamento de emendas e no fundão. E o serviço público carrega privilégios que o cidadão comum não tem.
O que eu faço
- Defender a Reforma Administrativa contra o privilégio no serviço público.
- Fiscalizar cada emenda e cada obra parada no painel do TCU.
- Manter a posição do NOVO contra o fundão e contra a blindagem de políticos.
“O Brasil tem dinheiro, falta gestão e sobra ladrão. Em Brasília, gestão é fiscalizar cada real — não repartir o que é seu.”
Princípio P2 · Isonomia
- 03 — O oeste
A campanha começa em casa
O Oeste produz, o Brasil arrecada — e quase nada volta. Aqui está o coração produtivo de Santa Catarina: leite, suínos, aves, grãos, agroindústria e as cooperativas que fazem o pequeno competir com o mundo.
Estrada boa é frete barato
BR-282, BR-470 e BR-280: duplicação de verdade, pedágio só depois da obra.
Selo federal é passaporte
SISBI e SIF para a pequena agroindústria vender ao Brasil e ao mundo.
Energia que vira receita
Dejeto suíno em biogás e biometano: custo ambiental virando renda.
Fronteira estruturada
Aduana, PF e Receita o ano todo — e combate ao contrabando.
Catanduvas
Extremo, Meio-Oeste e Vale
São Miguel do Oeste
Brasília
- 04 — Participe
A caminhada começa com você
Nenhuma candidatura de rua se faz sozinha. Escolha por onde entrar — e leve a pauta de quem produz para a sua cidade.
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